Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 30-06-2011
Mais de 50 oradores reúnem-se em Matosinhos para assinalar o Dia Mundial das Redes Sociais, que se celebra hoje, num encontro onde é proibida a utilização de meios audiovisuais nas apresentações.
“O objetivo é assinalar a revolução que transformou os media eletrónicos num ambiente eminentemente social”, referiu Pedro Caramez, um dos dinamizadores da iniciativa, explicando que os participantes serão colocados “a conversar e a interagir entre si”.
Só assim “é que surgem oportunidades e se fazem negócios”, acrescentou.
“A nossa ideia é, no fundo, voltar ao que está na base de toda a interação nas redes sociais, que é a conversa e o relacionamento entre as pessoas, mesmo que para isso se usem ferramentas tecnológicas mais ou menos avançadas”, frisou Elsa Fernandes, gestora de marketing e comunicação digital e também parte da equipa da organização do Dia Mundial das Redes Sociais em Portugal, com o Porto como capital desta comemoração.
A estreia do Dia Mundial das Redes Sociais em Portugal aconteceu em 2010 e assumiu a forma de uma conferência que reuniu vários peritos em redes sociais e possibilitou ligações a eventos similares noutros pontos do globo.
Na edição deste ano, os participantes poderão consultar os temas das intervenções numa parede de lembretes criada para o efeito.
Nos intervalos das comunicações, o Social Media Day Portugal terá sessões de “live streaming” (transmissão em direto online) com outros encontros em cidades europeias e Rio de Janeiro.
Numa segunda zona, e em simultâneo, o evento desdobrar-se-á em intervenções de cinco minutos de caráter comercial, em que empresas ou profissionais com produtos ou serviços no setor podem juntar-se para falarem brevemente dos respetivos projetos.
http://noticias.sapo.pt/info/artigo/1164309.html
Tal como qualquer negócio, um website não começa com um sucesso perfeito e a chave é ir melhorando ao longo do tempo. O mais importante para se fazer isto é usar uma ferramenta de web analytics que lhe vai providenciar conhecimento sobre o seu site em termos de marketing e vendas.
Web analytics é a recolha, medida e análise de dados estatísticos sobre a actividade de um determinado website.
Sem uma ferramenta de Analytics não conseguirá saber nada do que se passa no seu site, nomeadamente:
- quantos visitantes teve no último mês, semana, dia, ano (e fazer comparações),
- quem são esses visitantes e de que países, quais as páginas mais visitadas,
- qual o percurso que os visitantes fazem no seu site desde que entram até que saem,
- em que links clicam,
- que % de novos visitantes e de visitantes anteriores que regressam,
- como chegam até ao seu site,
- qual a bounce rate (% de visitantes que entram e imediatamente saem do site),
- medir as mudanças no tráfego do site depois de campanhas específicas,
- objectivos cumpridos (goal conversions),
- keywords mais usadas nos motores de busca para encontrar o seu site,
- conhecer o seu site. E o que não conhece não pode melhorar.
- e muito mais…
Uma ferramenta de Analytics permite-lhe saber isto e muito mais e é extremamente importante para perceber se o seu site está a ter o sucesso que gostaria, quais os pontos fortes e pontos fracos do mesmo e planear para o presente e futuro, como por ex. saber que páginas estão a converter os visitantes em compradores.
Estes dados estatísticos servem também para medir a performance de um site em relação aos seus objectivos comerciais através dos chamados KPI’s (Key Performace Indicators) que são nada mais que os pontos críticos que pretende para o seu produto/serviço em termos comerciais. Podem ser vendas directas como também podem ser preenchimento de um formulário online. Idealmente, terá definido os KPI’s antes de construir o seu site, de forma a que o website tenha sido construido com base neles e possa medi-los através da ferramenta de web analytics.
Existem muitos fornecedores que providenciam software e serviços de web analytics, sendo talvez o mais conhecido o Google Analytics, que não tem custos.
Se ainda não tem uma ferramenta de web analytics, então está a perder tudo o que se passa no seu site.
Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 25-05-2011
Em Português chamam-lhe “as redes sociais”. Mas este termo aplicado à promoção e publicidade de produtos e serviços online, deriva do Inglês “social media marketing”, e que é isso mesmo, marketing.
Em Português deverá ser então “marketing de redes sociais” e não apenas “redes sociais” pois dizer esta última expressão de forma isolada induz ao erro de que qualquer um pode começar uma página no Facebook e no Twitter e já está!
O social media marketing é mais uma faceta do marketing e do serviço ao cliente. E, isolado, não o irá ajudar em muito.
Alguém que se intitule “perito em redes sociais” não está a ver o todo. É como tirar pão do frigorifico. Pode ser um perito em tirá-lo, mas o que interessa realmente é fazer a sanduiche… e para tal, são necessários vários ingredientes.
Podemos comparar o investir apenas nas redes sociais para promover um produto ou serviço com o que sucedeu na era Dot.com, quando era “moda” e todos pensavam que bastava adicionar .com ao website da sua empresa para criar uma credibilidade instantânea. E isso não aconteceu pelo simples facto de que não era suficiente. Tal como o social media marketing sozinho também não o é.
O que é realmente importante é ter uma estratégia integrada de marketing online, que combina vários factores, entre eles, o social media marketing.
É sobre gerar lucro através de variadas acções de marketing e excelente serviço ao cliente, assim como sempre foi desde que se fazem negócios!
Não faça como muitas empresas que criam uma página no Facebook e quando não conseguem ver um aumento nas vendas, dizem “em vez de colocarmos 2 posts diários, temos que começar a colocar 8”. Isto é simplesmente ridículo.
O social media marketing cria valor real para o consumidor. É sobre ouvir o consumidor e chegar até ele com conteúdo que o ajude/interesse de determinada forma.
Os verdadeiros profissionais de marketing sabem quando é a altura de utilizar os métodos tradicionais, quando utilizar as redes sociais, ou quando utilizar outro método online, baseado em inúmeros factores como o público-alvo, altura do ano, objectivos, etc. E isto pode ser uma surpresa, mas nem sempre o social media marketing é o método mais adequado. Será o profissional de marketing a decidir quais os ingredientes certos para a sanduiche.
Não estamos a querer dizer que não deverá ter profissionais na sua empresa apenas dedicados à área do social media marketing. Quanto maior for a dimensão da empresa, mais essa será uma necessidade. Apenas estamos a afirmar que esses profissionais não poderão estar isolados do marketing e de estarem envolvidos nas estratégias globais. Se não confiaria no estagiário de 23 anos para escrever um comunicado de imprensa no qual comunica os lucros anuais da mesma, porque confia nele para escrever sozinho sobre a empresa nas redes sociais?
Se estiver a contratar por outsourcing, e principalmente se não tiver um departamento de marketing na sua empresa ou se este for reduzido, então certifique-se de que o “profissional das redes sociais” que contratar tenha um “background” em marketing, e não seja apenas alguém que nunca esteve envolvido em marketing mas que agora é um perito nas redes sociais desde há 2 anos atrás e que só sabe tirar o pão do frigorifico sem ver mais nada. Mesmo que o seu departamento de marketing seja grande, considere envolver o profissional de outsourcing nas reuniões e estratégias globais do mesmo.
E certifique-se de que o “perito” sabe escrever para a web. Escrever para a web não é escrever para um jornal e não é escrever um livro. É sobre brevidade. Qualquer bom profissional de marketing sabe que para captar a atenção do consumidor há que ser breve. Muitos “peritos em redes sociais” não sabem ser breves ou dão erros ortográficos/gramaticais. Certifique-se de quem está a contratar.
No final de contas, trata-se de conhecer muito bem o seu público-alvo. Não se trata apenas de fazer passatempos para angariação de mais fãs no Facebook ou colocar 8 posts diários na página. Trata-se de realmente se interessar pelos seus consumidores e chegar até eles.
O social media marketing não é “cool” nem “está na moda”. Cool é gerar mais negócio e lucro, é tornar a sua empresa mais competitiva e levá-la adiante. E o social media marketing é apenas mais uma forma do marketing o ajudar a fazê-lo.
Se não está a fazer mais nada de marketing online a não ser estar nas redes sociais, então aconselhamos que pesquise sobre o que é realmente marketing online e a compreender o mundo todo que está à sua disposição.
Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 23-05-2011
Já foi a maior produtora de brinquedos do país. Cinco irmãos tentam que o negócio não morra. Os seus carros valorizam e são muito procurados por coleccionadores. Cabe ao mercado nacional não deixar morrer estar arte.

A história da PEPE, nome derivado do apelido Penela, inicia-se em 1928 quando José Augusto Júnior começa a fabricar brinquedos em chapa e madeira na pequena aldeia de Alfena, no Porto. Em Portugal, os fabricantes utilizavam folha de Flandres (recuperação de latas de azeite e sardinha de exportação) devido à dificuldade em importar brinquedos durante a II Guerra Mundial.
Em 1930, o empresário cria uma nova fábrica cabendo-lhe o mérito de ter sido o primeiro a fazer um brinquedo com corda de fita em Portugal. Em 1964 inaugura novas instalações em Ermesinde criando A Industrial de Quinquilharias de Ermesinde, tendo sido nesta altura a maior produtora industrial de brinquedos em Portugal. Na década de 50, mais de 80 artífices trabalhavam neste negócio mas vieram dificuldades e tiveram de voltar-se para o fabrico em plástico e folha, passando a chamar-se Jato. Nome que ainda se vê escrito – mas já gasto – no exterior do edíficio.
Na decada de 70, já sob a direcção dos filhos de José Augusto Júnior, a marca passa a chamar-se PEPE. Cinco dos nove filhos continuam a lutar para que esta arte de família não se perca. Afinal, há décadas que têm tornado a vida de muitos adultos e crianças mais divertida e colorida. E, apesar das dificuldades, a fábrica tem-se associado a algumas campanhas de solidariedade para com crianças desfavorecidas nomeadamente através da Cruz Vermelha Portuguesa.
Joaquim Penela, um dos sócios-gerentes da PEPE admite que não tem sido fácil. “A crise é grande e o brinquedo é cada vez mais sazonal e não se vende como antigamente; depois o mercado oriental estragou um pouco o negócio. Temos feito muitos brinquedos para festas e feiras, por exemplo”. A PEPE está, neste momento, a fabricar alguns brinquedos artesanais e de colecção, porque foi procurada por duas entidades nacionais que os estão a comercializar. Uma das grandes mentoras foi Catarina Portas que há já alguns anos investiu nas marcas nacionais, abrindo uma loja para colocar à venda o que de bom Portugal produz.
A realidade é que quando chegamos a esta fábrica vemos inscrito nas paredes envelhecidas e nas inúmeras máquinas espalhadas pelo amplo armazém, algumas silenciosas, outras a trabalhar e nas prateleiras repletas de moldes de madeira muitas histórias de encantar. A PEPE já foi a maior fábrica de brinquedos em série de Portugal, actualmente apenas 10% do negócio vive dos brinquedos. “Fazemos peças industriais para a indústria, que representa 80% do negócio e isso é que mantém a rentabilidade da fábrica muito mais do que o brinquedo”, explica Paulo Penela, sócio da empresa.
Mas com estas encomendas nacionais recuperaram o fabrico das carrinhas pão de forma, agora decoradas ao estilo surf, o táxi antigo preto e verde, os Mercedes, os Minis, os VW carrochas, os carros de polícia e de bombeiros, entre outros brinquedos. Todos eles utilizando mecanismos de fricção. A verdade é que os carros PEPE valorizam. Há vários sites com os seus exemplares à venda por quase o triplo do preço do praticado pela fábrica.
Quando apareceram, estes brinquedos devido ao seu baixo preço, eram encontrados em drogarias, feiras, mercados e papelarias, apesar de algumas lojas especializadas em brinquedos também os comercializarem. Neste momento devido às normas internacionais para a fabricação de brinquedos, no caso dos carrinhos só podem ser vendidos para adultos. E curiosamente, este tipo de brinquedos já está disperso em todo o mundo através de coleccionadores que os vendem e trocam através da internet. Os mais procurados continuam a ser os Minis e os VW, junte ainda as lambretas em forma de triciclo.
No dia da visita do SAPO terminavam uma encomenda de 15 mil tambores para Espanha. Um dos instrumentos que mais se vende é o martelinho de São João. Chegam a produzir 500 mil. Júlio Penela é o sócio-irmão que faz todos os moldes. Explica que os moldes são construídos em aço e demoram cerca de um mês e meio a ser concebidos e custam cerca de 15 mil euros. Por isso, só ao fim de muitos milhares de brinquedos é que ficam pagos. E junte a este preço ainda a manutenção dos mesmos!
As tradições no que respeita ao fabrico de brinquedos para coleccionismo mantém-se na PEPE. Após o desenho à mão, nasce o molde. Depois começa-se a montar o brinquedo, no caso de um carro corta-se a chapa ainda à antiga, junta-se o puzzle com todos os detalhes, pinta-se, coloca-se a marca, a matricula, limpa-se o carro, coloca-se na caixa e envia-se para o cliente. Cada irmão tem a sua função mas todos falam da arte com um brilho nos olhos, inclusive os seus filhos já vão brincar para a fábrica. Algo que também passou de geração em geração… O pai da Sofia Penela está no folheto promocional e ela aproveita os dias de férias na escola para ir até à fábrica.
Portugal já viu morrer várias fábricas de brinquedos, caso da Vitesse, Metosul e Luso Toys. Resiste a Majora com os jogos do monopólio, da Glória,Sabichão, entre outros. A longevidade da PEPE está, como sempre, nas mãos dos consumidores. Também para brincar as decisões são a valer.
23 de Maio de 2011, 10:59
Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 20-05-2011
ENQUADRAMENTO
O mundo das vendas está em mudança. Existem 3 grandes razões para repensar o crescimento futuro do seu negócio: o poder do cliente, a era digital e a multiplicação dos canais de venda. Este evento pretende explorar estes aspectos de formas práticas e exemplificativas.
PROGRAMA
09:30 – Abertura
09:40 – Carlos Martins (Docente Universitário na área de Estratégia e Vendas) – Das Vendas 1.0 às Vendas 3.0
10:00 – Paulo Vilhena (Autor do livro “O Livro Secreto das Vendas”) – A geração de contactos comerciais na era digital
10:20 – Paulo Nogueira (Exponor Digital) – Do negócio tradicional ao Negócio Digital
10:40 – Pausa para café
11:00 – Carlos Ascensão (Autor do livro “Google Marketing”) – Ferramentas Web para prospecção de mercado e vigilância da concorrência
11:20 – Francesco Berrettini (Inesting) – Search Engine Advertising e Optimization
11:40 – Jorge Frazão (PT inovação) – Soluções de Cloud Conputing para o mercado empresarial e soluções M2M
12:00 – Esperança Afonso (Marktest) – Análise do Poder de Compra – Sales Index
12:30 – Almoço Livre
14:00 – Hildérico Coutinho – Do Blog (quo vadis?!) à Venda Online (Galeria dos vinhos)
14:20 – João Gaspar (Globaz) – Comunicação de Web Marketing (*)
(*)a confirmar
Workshops – Casos e demonstrações práticas de ferramentas e soluções
15:00 – Workshop 1 – Francesco Berrettini (Inesting) – Direct+100
15:30 – Workshop 3 – Lourenço Barbosa (Exert) – Glooq
16:00 – Workshop 4 – Esperança Afonso (Marktest) – Sales Index
16:30 – Workshop 4 – Paulo Nogueira (Exponor Digital) – Casos de Sucesso e insucesso em Vendas Web
17:00 – Encerramento
DATA:
30 de Maio 2011
HORÁRIO:
9:30h-12:30h / 14:00h-17:00h
LOCAL:
AEP/Leça da Palmeira
DURAÇÃO:
6 Horas
PREÇO:
Participação Gratuita com Inscrição Obrigatória
Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 06-04-2011
O Ministério das Finanças confirmou ao Económico que o Governo se prepara para pedir ajuda a Bruxelas e ao FMI.
Teixeira dos Santos tinha afirmado, ao Jornal de Negócios, que “perante esta difícil situação entendo que é necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu em termos adequados à actual situação política”, acrescentando que tal exigirá “o envolvimento e o comprometimento das principais forças e instituições políticas nacionais”.
Teixeira dos Santos anuncia assim aquilo que o Governo tem negado sistematicamente desde que José Sócrates apresentou o pedido de demissão a Cavaco Silva. O ministro das Finanças argumentou sempre que o Governo, por ser demissionário, não tinha condições nem legitimidade para accionar um pedido de ajuda externa, mas a sucessão de recordes das taxas de juro no mercado secundário, a chuva de ‘downgrades’ por parte das agências de ‘rating’ e o aviso dos banqueiros de que pedir ajuda era inevitável e urgente, terá obrigado o Executivo a inverter de posição.
O próximo passo é um pedido formal de ajuda do fundo de resgate europeu, cuja activação pode concretizar-se em poucas semanas. Em troca Portugal terá de se comprometer com um conjunto de medidas de consolidação orçamental.
Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/teixeira-dos-santos-assume-que-vai-pedir-ajuda-externa_115318.html
Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 06-04-2011
Posted by Marlene Ribeiro | Posted in Home | Posted on 16-03-2011
Para já, foi constituída uma Comissão Instaladora, com sete profissionais do sector, que irá preparar as bases para o lançamento de uma Associação que represente os Profissionais de Conselho em Comunicação. “Uma entidade que possa representar e defender os profissionais, logo a profissão, junto de instituições públicas e privadas”, explica esta comissão, adiantando que a entidade a ser criada deverá visar “a promoção da profissão e a defesa dos profissionais que prestam este serviço, ou seja, os que trabalham em Agências / Consultoras, visando a médio prazo a implementação e reconhecimento de um Estatuto da Profissão”.
Além disso, a Comissão Instaladora avança que a entidade terá o seu foco nos profissionais, mas deverá integrar igualmente “as entidades que podem e devem contribuir para os mesmos objectivos e beneficiar destes – a Academia (Instituições de Ensino Superior) e as Agências / Consultoras de Comunicação. Três eixos que terão um ponto de encontro onde através de uma colaboração e debate poderão, a médio prazo, melhorar os seus funcionamentos, beneficiando a Profissão no seu todo, quer na vertente formativa como na progressão profissional”, consideram.
António Marques Mendes, João Paulo Velez, Renato Póvoas, Rodrigo Saraiva, Rui Calafate, Susana Monteiro e Teresa Figueira são os profissionais que compõem a Comissão Instaladora.
“Com estes pontos garantidos de início, poder-se-á caminhar para objectivos bem mais específicos que passem por certificações e credenciações”, acredita este grupo de profissionais.


